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FBI oferece recompensa de US$ 50 mil pelo criador do malware "Spy Lover"

Agência oferece recompensas por informações que possam ajudá-la a pegar supostos criminosos, incluindo acusado de vender Trojan projetado para espionar maridos ou esposas.

O FBI ofereceu uma grande recompensa por informações que possam ajudá-lo a pegar supostos criminosos, incluindo um indivíduo de El Salvador acusado de vender um Cavalo de Troia projetado para espionar maridos ou esposas cujos cônjujes acreditavam os estar traindo.

Os detalhes publicados no site do FBI abrangem todos os tipos de crimes cibernéticos, incluindo roubo de dados e hacking, fraude em telecom, malwares e scams. Mas é a curiosa história de Carlos Enrique Perez-Melara que chama atenção.

O FBI está atrás de Perez-Melara desde 2005, quando foi emitido um mandado de prisão por conexão do indivíduo com o "Spy Lover", um programa spyware projetado para "pegar um amante traidor" e que foi distribuído para as vítimas como um cartão eletrônico.


Não se sabe se o suspeito ainda está nos EUA, mas o FBI o acusa de vender o seu programa para mil clientes que, em seguida, o usou para possivelmente infectar vários outros.

Os dois elementos interessantes do caso são a idade - o FBI não conseguiu nenhuma pista por oito anos - e o fato de ele estar relacionado a um delito de malware, o que, a partir de agora, poderia ser descrito como o início dos anos do spyware complexo entre 2003 e 2005, quando a consciência e a detecção de spywares customizados era baixa.

Outras recompensas oferecidas

Com os EUA invadido por criminosos, a determinação em perseguir casos históricos - mesmo que pequenos - agora é visto pelo Ministério Público como um impedimento importante. Qualquer pessoa que tenha informação sobre o paradeiro de Perez-Melara pode conseguir uma recompensa de 50 mil dólares.

Outros casos frios incluem a oferta de 50 mil dólares por informações sobre Andrey Nabilevich Taame, cidadão sírio acusado de fraude do clique em grande escala entre 2007 e 2010; 50 mil dólares por cada um dos indivíduos Noor Aziz Uddin e Farhan Ul Arshad, paquistaneses acusados ​​de envolvimento em uma enorme e organizada fraude internacional que resultou em 50 milhões de dólares em perdas para as vítimas.

A maior recompensa de 100 mil dólares foi reservada ao russo Aleksey Belan, acusado de invadir bancos de dados de clientes pertencentes a várias grandes empresas de e-commerce dos EUA em abril de 2013.

"Ao longo de sua história, o FBI tem dependido da ajuda e do apoio do público para levar criminosos à justiça. Isso era verdade na época dos gangsters, e isso continua sendo verdade na era cibernética. Precisamos da ajuda do público para pegar essas pessoas que fizeram a sua missão espionar e roubar nossa nação e nossos cidadãos", disse Richard McFeely, funcionário da agência.

"Os fugitivos cibernéticos que procuramos causaram perdas significativas para os indivíduos e para a nossa economia. E o cibercrime continua a representar uma ameaça significativa para a nossa segurança nacional", acrescentou McFeely.

Fonte: IDGNOW