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Segurança em smartphones e tablets

O Google retirou de sua loja Android Market cerca de dez aplicativos maliciosos. A exclusão dessas pragas não impediu que mais de 50 mil pessoas baixassem essas ameaças em seus portáteis. Tamanha vulnerabilidade mostra que smartphones e tablets  são, definitivamente, meios eficazes de ação de hackers. E que, sim, os usuários desses eletrônicos devem se proteger. 

A ameaça não é recente. O primeiro vírus para celular foi descoberto em 2004 e tinha como foco a plataforma Symbian, até hoje a mais usada no mundo. De lá para cá o número aumentou, e muito. A quantidade malwares para celular não é precisa, mas fala-se em 2 mil tipos diferentes, voltados a todos os sistemas operacionais. As previsões não são animadoras: o número estimado de ameaças nunca abaixou e, à medida que as plataformas de smartphones se tornam mais populares, o volume tende a crescer ainda mais. 

Para Mariano Sumrell, diretor de marketing da empresa de segurança AVG,  os smartphones são, para os hackers, os novos PCs. “Os smartphones passaram a ser muito interessantes para os hackers, principalmente porque as pessoas estão usando seus aparelhos para fazer pagamentos e acessar contas. Quando o uso para esse fim ainda era tímido, os criminosos não se empenhavam em criar ataques nesse tipo de plataforma. Hoje, o cenário mudou e o smartphone passou a ser visto como uma forma lucrativa e, muitas vezes, mais fácil de agir.”

Confira a seguir dicas de especialistas para proteger seu smartphone e tablet

- Deixe um antivírus instalado. App Store, Android Market e Ovi Store possuem opções pagas e gratuitas. Escolha a que melhor satisfaça sua necessidade.

- Prefira as lojas de aplicativos oficiais do respectivo sistema operacional. A probabilidade de existirem aplicativos mal intencionados é pequena, apesar de existente.

- Procure análises e opiniões de outros usuários que já fizeram o download do aplicativo. Evite ser um dos primeiros a baixar um aplicativo.

- Não abra links de mensagens recebidas por SMS ou MMS (mensagens com fotos ou vídeos). Pessoas mal intencionadas costumam se passar por empresas e operadoras, tornando quase impossível identificar a procedência das mensagens.

- Evite desbloquear o aparelho. O destravamento abre portas para que vírus e malwares se alojem no portátil. O iPhone, por exemplo, é quase imune a esse tipo de amaça quando utilizado com o sistema oficial distribuído pela Apple. Não é possível dizer o mesmo de um iPhone que tenha passado pelo processo de jailbreak.

- Acione o Bluetooth apenas quando realmente precisar usá-lo. Isso impede que o aparelho receba informações indevidas sem permissão. Quando a função está ativada, o usuário está sujeito a receber mensagens, propaganda e até mesmo vírus.

- Não abra em seu celular ou tablet e-mails com fonte desconhecida. O mesmo cuidado aplicado nos e-mails no computador deve ser aplicado no portátil.

Fonte: UOL

Até a próxima!