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Funcionamento do Cibercrime no Brasil

Inicialmente amador, os crimes virtuais evoluíram ao ponto de possuírem verdadeiras "cadeias de produção", com diversos criminosos especializados ao longo da criação e aplicação de um golpe na internet.

Como começou


Antes, o programador que criava o malware também era o responsável por obter os dados pessoais das vítimas e roubar o dinheiro.

A quantia parava na conta dele, o que tornava fácil localiza-lo. Para contornar este problema, foi criado um ecossistema mais complexo.

Desenvolvedor


Na nova estrutura, o desenvolvedor do código malicioso não rouba o dinheiro, apenas cria o malware. Ele pode vender o código, ou disponibilizá-lo gratuitamente se quiser que a ameaça se espalhe mais. Alguns criam tutoriais e ferramentas para que outros desenvolvam seus próprios malwares.

Criminosos


O criminoso é quem procura e adquire esses códigos maliciosos para obter credenciais de acesso a internet banking e cartão de crédito, para então roubar o dinheiro. Ele pode utilizar para aplicar os golpes, ou apenas revender o malware para outros, existinto um amplo comércio na web.

“Raul” é uma espécie de apelido utilizado entre os cibercriminosos brasileiros envolvidos no roubo de informações bancárias através de malwares do tipo cavalo-de-troia e na clonagem de cartões de crédito. E, pasmem, o termo surgiu em um rap feito para exaltar a “profissão”.


Laranjas


Os criminosos, para não mexer diretamente no dinheiro, contratam "laranjas". Assim tornam mais difícil sua captura. Os "laranjas" são recrutados de diversas formas, como em anúncios prometendo "trabalho sem sair de casa".

Quem cai recebe até um contrato de trabalho e acaba nem sabendo que trabalha com lavagem de dinheiro. Algumas empresas também servem para o esquema: desconfie quando encontrar lojas virtuais vendendo produtos a um preço muito baixo. Na maior parte dos casos os laranjas que acabam presos.

Vítimas


Ao clicar no link malicioso, a vítima instala um malware em suas máquinas e ao acessar Internet Banking, ou inserir o número de cartão de crédito e seus dados pessoais em um site, mandam esses dados para o criminoso, que terá acesso ao seu saldo. Se for interessante... Adeus dinheiro.

Fonte: Adrenaline