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Sua empresa tem um Plano de Recuperação de Desastres?

Mais da metade das companhias no Brasil não tem plano de recuperação de desastres. 

Em 51% das companhias brasileiras a resposta para essa pergunta é não. Os dados são de um estudo global realizado pela Regus, fornecedora de soluções de TI, com 12 mil executivos em 85 países. O levantamento aponta ainda que 57% das companhias que atuam em solo nacional não têm qualquer estratégia de continuidade dos negócios com relação ao local de trabalho quando afetados por desastres naturais.

Plano de Recuperação de Desastres é um nome que apesar de confuso, representa umas das mais importantes premissas nas operações do Departamento de Informática(TI).

Não se trata de recuperar-se de um desastre. De fato,é justamente o contrário. Trata-se de preveni-se dos desastres que podem prejudicar as informações de seu negócio.

Sua empresa deve continuamente planejar e gerenciar o processo de recuperação, como qualquer atividade importante cotidiana.

Isto envolve tecnologia atualizada e melhor treinamento para os membros da Informática (Interna ou Terceirizada) para o implemento de diversas fases de umplano de recuperação (Contigenciamento).

Seus negócios devem estar sempre em atividade, todo o tempo. Na arena de empresas de pequeno e médio porte,isto ainda é mais crucial, pois os recursos e orçamentos são escassos, e um desastre - seja humano ou tecnológico - pode facilmente causar danos à sua credibilidade e a seu bolso.    

A Regus alerta que os números mostram que muitas empresas colocam em risco ativos de acionistas por não tomarem as devidas precauções para inverter situações de catástrofes.

Outro dado relevante do estudo aponta que as companhias brasileiras estão menos propensas a perceberem o custo da recuperação de desastres como algo proibitivo, citado por 31% dos entrevistados.

Por outro lado, dois terços, ou 66%, dos profissionais ouvidos no Brasil declararam que investiriam em recuperação de desastres se o serviço tivesse preço mais acessível. “A pesquisa mostra que, apesar de um incidente custar cerca de 500 mil dólares para a organização, a recuperação de desastres entre as empresas no Brasil não é tão popular como se pode imaginar, principalmente, quando o assunto é a recuperação do local de trabalho”, avalia o diretor-geral da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro.

Apesar de as organizações de grande porte no Brasil estarem melhor preparadas do que as de menor porte para eventos de recuperação de desastres, em média, 49% delas ainda não contam com instalações dedicadas a uma eventual situação de recuperação de desastres, aponta o levantamento.

“Ainda que muitas empresas estejam simplesmente apostando na sorte, a mentalidade sobre esse assunto já está mudando. A tendência é que mais negócios comecem a se preparar para as situações de emergência", finaliza Ribeiro.

Fonte: CIO